quem diria, o sem3w com mais de 12000 mil acessos... isso é que é evolução pós abandono. abandono?
bom ficaria sem alimentar tal blog, é certo que as visitas aqui estão sendo redirecionadas pra o rarefecundo.com. o que tem sido comprovado com os acessos diario. mas esse número me fez mudar de idéia e alimentar este blog tambem com conteúdos como de costume.
a você que visita este endereço estamos disponível com muito mais conteúdos no blog que já foi comentado mas não deixem de aproveitar o conteúdo deste blog também, enviem dicas de continuação de postagens para o endereço: santosamorim@gmail.com
Thiago Amorim
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Mudança de endereço.
todo o conteúdo nesse blog e a continuação das postagens estão agora em rarefecundo.com.
para continuar acompanhando é só acessar.
Thiago Amorim
para continuar acompanhando é só acessar.
Thiago Amorim
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Migrando para WordPress.
Minha primeira postagem no novo blog, como não poderia de ser começo explicando o porque da escolha do nome para o novo blog.
Rarefecundo é um neologismo.
adjetivo que significa.
1. Não comum e ao mesmo tempo produtivo.
2. Dificil de encontrar e de grande valor.
3. Raro e fecundo.
a pretenção é ter um lugar na web que seja raro e ao mesmo tempo tenha coisas muito interessantes.
Ao pessoal que as vezes acompanhava o sem3w.blogspot.com, todo o arquivo foi trasferido para o blog rarefecundo, e o sem3w ficará sem atualizações daqui para frente.
Thiago Amorim
www.rarefecundo.com
Rarefecundo é um neologismo.
adjetivo que significa.
1. Não comum e ao mesmo tempo produtivo.
2. Dificil de encontrar e de grande valor.
3. Raro e fecundo.
a pretenção é ter um lugar na web que seja raro e ao mesmo tempo tenha coisas muito interessantes.
Ao pessoal que as vezes acompanhava o sem3w.blogspot.com, todo o arquivo foi trasferido para o blog rarefecundo, e o sem3w ficará sem atualizações daqui para frente.
Thiago Amorim
www.rarefecundo.com
Interface Homem Computador (Aula 01 - 03/08/2009)
Profissional da área em ascensão:
Arquiteto de informação.
"A crise de hoje passa por transformar informação em conhecimento.
Há muita quantidade e é preciso organizar, eliminar o excesso e a inconsistência."
Arquitetura de informação é uma área abrangente e com um futuro promissor, para quem quer se aventurar
nessa área é recomendável visitar uma biblioteca mais próxima, pois um dos principais profissionais desta área é o nosso conhecidíssimo bibliotecário.
O termo Arquitetura de informação foi usado pela primeira vez por um arquiteto chamado Wurman, em meados de 60.
O “arquiteto de informação” é o indivíduo com a missão de organizar padrões dos dados e de transformar o que é complexo em algo mais claro ou
em outras palavras, "é a pessoa que mapeia determinada informação e nos disponibiliza o mapa, de modo a que todos possamos criar nossos caminhos próprios em direção ao conhecimento coordenação de equipes e projetos (cargos de chefia)."
Segundo o Professor Fabiano Fagundes, é uma área emergente no país e que o pessoal de informática deveria prestar mais atenção.
Conteúdo da matéria:
Apresentação dos fatores humanos em software interativo e análise de aspectos perceptivos e cognitivos,
de elementos de análise e projeto do diálogo homem-computador e características de estilos e arquiteturas de interação,
relacionados aos conceitos de usabilidade, acessibilidade e adaptabilidade
Características desejáveis em uma interface com o usuário:
Diversidade: suportar, conhecer e se adaptar ao usuário.
Complacência: "errar é humano" por isso o sistema tem que prever os esquecimentos e erros do usuário.
Eficiência: quanto menos esforço o usuário fizer melhor para executar uma tarefa melhor.
Flexibilidade: A interface deve fornecer várias maneiras para o usuário executar uma determinada tarefa.
Consistência: manter um modelo as ser usado em todas as telas, tornando o uso do sistema intuitivo.
Prestimosidade: a interface deve de alguma maneira ajudar o usuário. principalmente quando o mesmo não souber o que fazer.
Imitação: a interface deve se comunicar com o usuário dialogicamente através de analogias, exemplos, comparações etc.
Naturalidade: a comunicação com o usuário deve conter apenas elementos simples e que tenham a ver com o que o usuário está fazendo.
Satisfação: satisfazer o usuário não frustrando-o.
Passividade: a interface deve se comportar de acordo com as preferencias do usuário não com suas preferencias.
Tarefa para próxima aula:
Analisar a embalagem dos produtos listados abaixo de acordo com as características acima. “com criatividade”.
leite
biscoito
molho de tomate (Jorge, Thiago, Warley)
suco
sabão em pó
Maionese
Fazer propaganda de produto, "auto propaganda".
outras informações.
arquiteturas de diálogos
estilos de informação
uso das memorias de curta e longa duração,
uso de função perigosa perto da algo corriqueiro.
ferramentas usadas em hci
Bibliografia
Theodore Nelson
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/11/06/arquitetura-de-informacao-que-diabo-e-isso-1/
Arquiteto de informação.
"A crise de hoje passa por transformar informação em conhecimento.
Há muita quantidade e é preciso organizar, eliminar o excesso e a inconsistência."
Arquitetura de informação é uma área abrangente e com um futuro promissor, para quem quer se aventurar
nessa área é recomendável visitar uma biblioteca mais próxima, pois um dos principais profissionais desta área é o nosso conhecidíssimo bibliotecário.
O termo Arquitetura de informação foi usado pela primeira vez por um arquiteto chamado Wurman, em meados de 60.
O “arquiteto de informação” é o indivíduo com a missão de organizar padrões dos dados e de transformar o que é complexo em algo mais claro ou
em outras palavras, "é a pessoa que mapeia determinada informação e nos disponibiliza o mapa, de modo a que todos possamos criar nossos caminhos próprios em direção ao conhecimento coordenação de equipes e projetos (cargos de chefia)."
Segundo o Professor Fabiano Fagundes, é uma área emergente no país e que o pessoal de informática deveria prestar mais atenção.
Conteúdo da matéria:
Apresentação dos fatores humanos em software interativo e análise de aspectos perceptivos e cognitivos,
de elementos de análise e projeto do diálogo homem-computador e características de estilos e arquiteturas de interação,
relacionados aos conceitos de usabilidade, acessibilidade e adaptabilidade
Características desejáveis em uma interface com o usuário:
Diversidade: suportar, conhecer e se adaptar ao usuário.
Complacência: "errar é humano" por isso o sistema tem que prever os esquecimentos e erros do usuário.
Eficiência: quanto menos esforço o usuário fizer melhor para executar uma tarefa melhor.
Flexibilidade: A interface deve fornecer várias maneiras para o usuário executar uma determinada tarefa.
Consistência: manter um modelo as ser usado em todas as telas, tornando o uso do sistema intuitivo.
Prestimosidade: a interface deve de alguma maneira ajudar o usuário. principalmente quando o mesmo não souber o que fazer.
Imitação: a interface deve se comunicar com o usuário dialogicamente através de analogias, exemplos, comparações etc.
Naturalidade: a comunicação com o usuário deve conter apenas elementos simples e que tenham a ver com o que o usuário está fazendo.
Satisfação: satisfazer o usuário não frustrando-o.
Passividade: a interface deve se comportar de acordo com as preferencias do usuário não com suas preferencias.
Tarefa para próxima aula:
Analisar a embalagem dos produtos listados abaixo de acordo com as características acima. “com criatividade”.
leite
biscoito
molho de tomate (Jorge, Thiago, Warley)
suco
sabão em pó
Maionese
Fazer propaganda de produto, "auto propaganda".
outras informações.
arquiteturas de diálogos
estilos de informação
uso das memorias de curta e longa duração,
uso de função perigosa perto da algo corriqueiro.
ferramentas usadas em hci
Bibliografia
Theodore Nelson
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/11/06/arquitetura-de-informacao-que-diabo-e-isso-1/
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Liberdade na internet, um direto de todos.
Em épocas que a venda de computadores ultrapassa a de TVs, na qual esta última está para entrar no mundo digital, e que o acesso a rede mundial de computadores pelos brasileiros tem sido cada vez mais facilitado, como o que ocorre com o advento das lan houses. O congresso nacional com o apoio das velhas mídias recebe uma proposta de controle da internet.
No livro A Calda longa (The Long Tail) de Chris Anderson, nos é demonstrado que com a evolução tecnológica, se criou a possibilidade de produzir e reproduzir músicas, filmes e livros infinitamente, a um preço próximo de zero. Toda uma cadeia intermediária entre compradores e produtores nesse novo contexto deixa de existir, essa cadeia formada por estúdios, editoras, rádios e televisões movimenta bilhões de reais, e ainda não descobriu outra maneira de continuar ganhado seu valor exorbitante. Por isso tentam impedir os avanços tecnológicos ao invés de mudar sua forma de agir.
Enquanto o projeto apelidado de AI 5 Digital ou lei Azeredo, continua se arrastando nas mãos das vossas exigências, os senhores deputados e senadores da republica , a comunidade nacional por meio do CGI.br (Comitê Gestor da Internet), entidade que possui representação pluralista, formado por governo, associações empresariais, entidades civis e associações acadêmicas, estabeleceu em abril de 2009, princípios para governança e o uso da internet no Brasil.
São eles:
1. Liberdade, Privacidade e direitos humanos
2. Governança democrática e colaborativa
3. Universalidade
4. Diversidade
5. Inovação
6. Neutralidade da rede
7. Inimputabilidade da rede
8. Funcionalidade, segurança e estabilidade
9. Padronização e interoperabilidade
10. Ambiente legal e regulatório
Os princípios defendidos pelo CGI vêm de encontro aos princípios defendidos por ativista que lutam para que a internet continue livre, e que seja uma plataforma colaborativa sem empecilhos aos que querem contribuir com a sociedade, e que sejam punidos apenas os que atentarem contra os direitos dos outros, não o meio.
Thiago Santos de Amorim
Referência Bibliográfica:
Revista AREDE, nº49 junho 2009.
No livro A Calda longa (The Long Tail) de Chris Anderson, nos é demonstrado que com a evolução tecnológica, se criou a possibilidade de produzir e reproduzir músicas, filmes e livros infinitamente, a um preço próximo de zero. Toda uma cadeia intermediária entre compradores e produtores nesse novo contexto deixa de existir, essa cadeia formada por estúdios, editoras, rádios e televisões movimenta bilhões de reais, e ainda não descobriu outra maneira de continuar ganhado seu valor exorbitante. Por isso tentam impedir os avanços tecnológicos ao invés de mudar sua forma de agir.
Enquanto o projeto apelidado de AI 5 Digital ou lei Azeredo, continua se arrastando nas mãos das vossas exigências, os senhores deputados e senadores da republica , a comunidade nacional por meio do CGI.br (Comitê Gestor da Internet), entidade que possui representação pluralista, formado por governo, associações empresariais, entidades civis e associações acadêmicas, estabeleceu em abril de 2009, princípios para governança e o uso da internet no Brasil.
São eles:
1. Liberdade, Privacidade e direitos humanos
2. Governança democrática e colaborativa
3. Universalidade
4. Diversidade
5. Inovação
6. Neutralidade da rede
7. Inimputabilidade da rede
8. Funcionalidade, segurança e estabilidade
9. Padronização e interoperabilidade
10. Ambiente legal e regulatório
Os princípios defendidos pelo CGI vêm de encontro aos princípios defendidos por ativista que lutam para que a internet continue livre, e que seja uma plataforma colaborativa sem empecilhos aos que querem contribuir com a sociedade, e que sejam punidos apenas os que atentarem contra os direitos dos outros, não o meio.
Thiago Santos de Amorim
Referência Bibliográfica:
Revista AREDE, nº49 junho 2009.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Ubuntu nas nuvens (Ubuntu One)!!!
É isso mesmo a Canonical, empresa responsável pela distribuição Linux Ubuntu, está fornecendo um serviço de sincronismo de arquivos para internet.
Para quem acompanha-me no Identi.ca/twitter, viu que a cerca de uma semana postei um convite para o serviço de sincronismo de arquivos pela internet chamado Dropbox, ele disponibiliza 2 gigabytes para armazenamento e sincronismo com uma pasta do computador, para mais espaço o usuário deve pagar uma quantia mensal.
O meu espanto é que a produtora do Ubuntu, lançou em versão beta algo similar com exatos 2 gb grátis ou 10 gb pagos 10 dólares mensais. O cadastro é simples e ele já vem instalado na nova versão. Uma ótima opção para quem não quer corre o risco de perder seus dados ou para aqueles que querem ter acesso a seus dados em qualquer lugar, visto que o “Ubuntu One” possui assim como o Dropbox uma interface web para gerenciamento dos arquivos.
Estou usando o UbuntuOne no 9.10 agora, e já coloquei meus dados lá, afinal usar beta é comigo mesmo, tenho versão beta como normal, afinal me acostumei com o gmal e outros serviços betas e que são bons.
Para mais informações:
https://ubuntuone.com/
Para quem acompanha-me no Identi.ca/twitter, viu que a cerca de uma semana postei um convite para o serviço de sincronismo de arquivos pela internet chamado Dropbox, ele disponibiliza 2 gigabytes para armazenamento e sincronismo com uma pasta do computador, para mais espaço o usuário deve pagar uma quantia mensal.
O meu espanto é que a produtora do Ubuntu, lançou em versão beta algo similar com exatos 2 gb grátis ou 10 gb pagos 10 dólares mensais. O cadastro é simples e ele já vem instalado na nova versão. Uma ótima opção para quem não quer corre o risco de perder seus dados ou para aqueles que querem ter acesso a seus dados em qualquer lugar, visto que o “Ubuntu One” possui assim como o Dropbox uma interface web para gerenciamento dos arquivos.
Estou usando o UbuntuOne no 9.10 agora, e já coloquei meus dados lá, afinal usar beta é comigo mesmo, tenho versão beta como normal, afinal me acostumei com o gmal e outros serviços betas e que são bons.
Para mais informações:
https://ubuntuone.com/
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Não explica que complica.
Tentando explicar a piada da postagem anterior.
O fato é que para a lógica proposicional, em uma disjunção como é o nosso caso você pode afirmar qualquer que seja o elemento (no nosso caso menino ou menina), que será verdadeira a inferência.
Então se uma pessoa pergunta, se o filho que a mulher do lógico esta esperando vai ser menina ou menino ele está falando uma verdade, que pode ser respondida com outra verdade, sim ele será um do dois. Bom mas existe a possibilidade de nascer com os dois sexos, mesmo assim podemos responder sim para o que foi colocado na pertgunta.
Existem dois tipos de disjunções, segue explicações:
Disjunação inclusiva
O bebe será menino ou menina exprime uma proposição que só será falsa no caso de o bebe não nascer ou da mulher do lógico não está grávida. E isto acontece com qualquer proposição da forma «P ou Q»: só será falsa se
P e Q forem ambas falsas; caso contrário, será verdadeira. Podemos representar
isto graficamente numa tabela de verdade:
P Q P ou Q
V V V
V F V
F V V
F F F
Disjunção exclusiva
Uma disjunção exclusiva só é verdadeira caso uma e uma só das proposições disjuntas seja verdadeira.
A tabela de verdade da disjunção exclusiva é a seguinte:
P Q P ou Q
V V F
V F V
F V V
F F F
Nos dois casos a afirmação é verdadeira. Agora sei o significado de “não explica que complica.”
Mais em:
http://dmurcho.com/docs/introprop.pdf
O fato é que para a lógica proposicional, em uma disjunção como é o nosso caso você pode afirmar qualquer que seja o elemento (no nosso caso menino ou menina), que será verdadeira a inferência.
Então se uma pessoa pergunta, se o filho que a mulher do lógico esta esperando vai ser menina ou menino ele está falando uma verdade, que pode ser respondida com outra verdade, sim ele será um do dois. Bom mas existe a possibilidade de nascer com os dois sexos, mesmo assim podemos responder sim para o que foi colocado na pertgunta.
Existem dois tipos de disjunções, segue explicações:
Disjunação inclusiva
O bebe será menino ou menina exprime uma proposição que só será falsa no caso de o bebe não nascer ou da mulher do lógico não está grávida. E isto acontece com qualquer proposição da forma «P ou Q»: só será falsa se
P e Q forem ambas falsas; caso contrário, será verdadeira. Podemos representar
isto graficamente numa tabela de verdade:
P Q P ou Q
V V V
V F V
F V V
F F F
Disjunção exclusiva
Uma disjunção exclusiva só é verdadeira caso uma e uma só das proposições disjuntas seja verdadeira.
A tabela de verdade da disjunção exclusiva é a seguinte:
P Q P ou Q
V V F
V F V
F V V
F F F
Nos dois casos a afirmação é verdadeira. Agora sei o significado de “não explica que complica.”
Mais em:
http://dmurcho.com/docs/introprop.pdf
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